O fluxo diário de encomendas no Rio Grande do Norte ocultava uma tentativa de burlar a fiscalização que acabou frustrada pelo faro de um agente de quatro patas. Na última segunda-feira (13), uma inspeção de rotina da Polícia Federal interceptou dois pacotes que transportavam, ao todo, cerca de 1,27 quilo de entorpecentes antes que chegassem aos seus destinos.
A ação, realizada em conjunto com os Correios e a Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), mirava a identificação de remessas suspeitas que utilizam a estrutura logística postal para despachar substâncias ilícitas sob o disfarce de entregas comuns. O fluxo de envio foi interrompido quando um cão farejador do Canil da PF mudou de comportamento e indicou de forma categórica a presença de drogas em dois pacotes distintos.
Ao abrir as embalagens apontadas pelo animal, os policiais confirmaram a suspeita. No primeiro embrulho, estavam escondidos dois tabletes de maconha, que somavam aproximadamente 979 gramas. O segundo pacote continha cerca de 292 gramas de haxixe.
Todo o material foi recolhido e encaminhado para a superintendência da corporação para os procedimentos de polícia judiciária. Agora, o foco da Polícia Federal se volta para o rastreamento das origens e dos destinos finais das remessas. Os investigadores analisam os dados de postagem e monitoram os endereços envolvidos para identificar e localizar tanto quem enviou quanto quem aguardava as cargas.
Com assessoria





