Aos 60 anos, Romário Faria continua driblando a monotonia. Enquanto o noticiário político ferve em Brasília, o senador do PL-RJ foi visto sob as luzes de Paris, mas longe das delegações oficiais. O foco das lentes, desta vez, voltou-se para sua companhia: a paraibana Bárbara Cavalcanti, de 26 anos. O flagrante no luxuoso shopping Beaugrenelle não apenas oficializa um novo capítulo na vida pessoal do ex-craque, como projeta a estudante de Nutrição de Guarabira para o centro de uma curiosidade digital que mistura o Brejo paraibano ao glamour francês.
Filha de um tradicional comerciante de sua terra natal, Bárbara trocou o interior da Paraíba pelo Rio de Janeiro há alguns anos para seguir a carreira acadêmica. Agora, ela surge como a figura central em uma trajetória amorosa que, recentemente, tornou-se objeto de análise, quase estatística, nas redes sociais. O influenciador Fabrício Ferreira chegou a traçar um inventário dos últimos meses de Romário, elencando nomes como Alicya Gomes e Bruna Machado, reforçando a imagem de um homem que, mesmo na maturidade política, mantém a intensidade dos tempos em que dominava as áreas adversárias e as colunas sociais.
Contudo, o cenário de tranquilidade europeia contrasta com o clima árido que o aguarda no retorno ao Brasil. A esfera pública não tem sido tão generosa quanto as vitrines parisienses. Recentemente, o comentarista e ex-jogador Walter Casagrande subiu o tom contra a atuação parlamentar do “Baixinho”, disparando que Romário “não trabalha” em seu segundo mandato no Senado Federal. A fala tocou em um ponto sensível da imagem pública do senador, gerando uma onda de debates sobre o real impacto de sua produção legislativa frente ao seu conhecido estilo de vida.
O fenômeno Romário se mostra, portanto, inalterado: uma figura capaz de transitar entre o entretenimento e a gestão pública com a mesma facilidade com que mudava de direção em campo. Enquanto a internet se divide entre investigar a biografia de Bárbara e cobrar resultados em plenário, o senador parece ignorar o ruído. Entre o afeto nas margens do Sena e a pressão nos corredores do poder, Romário reafirma sua posição como um dos poucos personagens brasileiros que conseguem manter o país atento a cada passo seu, seja por uma nova lei ou por um novo amor.





