Vídeo mostra fronteira em Roraima sendo blindada

​Ofensiva aérea de larga escala na capital venezuelana culmina na extradição forçada do líder chavista; Exército Brasileiro reforça vigilância em Pacaraima diante de incerteza geopolítica.

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O tabuleiro geopolítico da América do Sul sofreu um solavanco sísmico na manhã deste sábado (3). Em uma incursão aérea de alta intensidade que evoca os episódios mais críticos das tensões internacionais, forças dos Estados Unidos realizaram uma ofensiva coordenada sobre Caracas, resultando na captura e retirada imediata do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. A confirmação da Casa Branca sobre a operação militar de larga escala reverberou instantaneamente na fronteira amazônica, onde o Exército Brasileiro e a Polícia Federal elevaram o nível de prontidão e registraram o bloqueio total das passagens migratórias em solo venezuelano.

A ofensiva teve início sob o manto da madrugada, marcada por ao menos sete explosões estratégicas que atingiram pontos nevrálgicos de Caracas em um intervalo de apenas trinta minutos. Relatos de moradores sobre aeronaves operando em baixa altitude e o corte súbito de energia elétrica, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, sugerem uma operação de precisão cirúrgica desenhada para paralisar o comando central venezuelano. Enquanto vídeos de colunas de fumaça em instalações militares tomam as redes sociais, o Palácio de Miraflores mergulha em um vácuo de poder. A vice-presidente Delcy Rodríguez, em pronunciamento urgente, admitiu desconhecer o paradeiro de Maduro e exigiu provas de vida ao governo americano, que mantém sigilo absoluto sobre o destino final do líder capturado.

 

No extremo norte do Brasil, a resposta institucional foi imediata e visível. A cidade de Pacaraima, tradicional porta de entrada para o fluxo humanitário, transformou-se em um ponto de contenção tática. Imagens capturadas nas primeiras horas do dia mostram o marco das bandeiras cercado por cones e viaturas da Polícia Militar, enquanto militares do Exército Brasileiro se posicionam em pontos estratégicos da linha divisória. Embora o Comando Militar da Amazônia ainda mantenha cautela em seus comunicados oficiais, a Polícia Federal já confirmou uma redução drástica no movimento, reflexo direto do fechamento dos portões pelo lado venezuelano após o decreto de estado de emergência emitido pelo governo interino em Caracas.

Foto: Fernando Maracaipis

Para além do xadrez político, o isolamento da fronteira impõe um desafio logístico e econômico imediato para o estado de Roraima. A região depende dessa artéria não apenas para o acolhimento de refugiados, mas como rota fundamental para o transporte terrestre de produtos exportados e para o turismo em destinos como a Gran Sabana e o Monte Roraima. Em nota, o governo estadual informou que acompanha com atenção os desdobramentos para garantir a continuidade dos serviços essenciais e a segurança da população local, mantendo contato permanente com os órgãos da União. A queda de Maduro, conduzida por uma intervenção externa direta, inaugura um período de profunda incerteza na América Latina, posicionando o Brasil como o observador mais próximo e vulnerável aos reflexos desta nova e drástica configuração de poder regional.

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