A madrugada deste 3 de janeiro de 2026 marca uma ruptura definitiva na ordem hemisférica. De acordo com informações urgentes da Associated Press (AP) e da Reuters, uma ofensiva militar de larga escala, coordenada pelos Estados Unidos sob o nome de Operação Southern Spear, atingiu o coração da Venezuela, resultando na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O The New York Times e a CNN confirmaram que múltiplos ataques aéreos e incursões de forças especiais, possivelmente da Delta Force e do 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais, segundo o portal especializado Task & Purpose, paralisaram instalações estratégicas como o complexo de Fuerte Tiuna e a base aérea de La Carlota.
O anúncio oficial partiu do próprio presidente Donald Trump através da rede Truth Social, onde classificou a ação como uma “operação brilhante” executada em conjunto com agências de aplicação da lei americana. Conforme detalhado pela CBS News e pelo Nexo Jornal, o governo dos EUA justifica a intervenção baseando-se em mandados de prisão por narcoterrorismo, com a Procuradora-Geral Pam Bondi já sinalizando que o casal enfrentará julgamento em território americano, especificamente em Nova York. Enquanto isso, a vice-presidente Delcy Rodríguez, em declarações reproduzidas pela Telesur e BBC News Brasil, denunciou o ato como uma “agressão imperialista” e exigiu provas de vida de Maduro, acionando um estado de emergência nacional e mobilizando o que resta da defesa bolivariana.
A repercussão global redesenha alianças e tensões. O The Guardian destaca a divisão imediata: de um lado, o presidente argentino Javier Milei celebrou a queda do que chamou de tirania; do outro, líderes como o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o colombiano Gustavo Petro condenaram a violação da soberania venezuelana, conforme reportado pela Agência Brasil e o jornal El País. A Rússia, através de notas captadas pela Al Jazeera, classificou o ataque como um ato de agressão armada que desafia o direito internacional. No terreno, correspondentes do Estadão e do G1 descrevem uma Caracas envolta em fumaça e incertezas, onde o silêncio dos mísseis dá lugar a um vácuo político que ninguém, por enquanto, parece capaz de preencher.





